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Um novo capítulo para a Qulture.Rocks

Francisco Homem de Mello

Nova marca Qulture.Rocks

Estou muito feliz em apresentar a vocês a nova marca da Qulture.Rocks!

Sou um grande fã do design e do branding. Sempre admirei marcas como as da NeXT de Steve Jobs, feita por Paul Rand, da CNN e da Shake Shack, feitas por Paula Scher e da AT&T, feita por Saul Bass. E faz tempo que queria rever todo o nosso visual e exercitar um pouco dessa paixão. Sentia falta de ter orgulho do que via no nosso site, nos nossos perfis de redes sociais, nas nossas publicações, etc. De sentir a mesma coisa que sentia quando via um comercial da Nike ou quando entrava em uma loja da Apple.

“Nossa nova marca tinha que mostrar o quão glorioso e muitas vezes difícil é crescer, e deixar claro que times movem o mundo. Queríamos romper com o que se faz por aí: ilustrar cultura e gestão de desempenho com tons pastéis, fotos de gente sorrindo e mensagens que remetem a um ambiente de trabalho chato e monótono.”

Eis que há alguns meses finalmente embarcamos nessa jornada de repensar a marca da Qulture. E o resultado não poderia ser melhor: posso dizer sem dúvida que estou muito orgulhoso do que estamos apresentando para vocês. Uma Marca com m maiúsculo, fruto do trabalho dos times da Qulture.Rocks e da Rebu, uma firma de branding responsável por algumas das identidades visuais mais bacanas do Brasil, como Rebel, Dengo, Banco Inter e N45.

Uma renovação de votos com a nossa missão

Outro dia uma empresa de São Francisco cuja CEO eu admiro muito tuitou que a empresa anunciaria diversas novidades dali a alguns dias. Fiquei ansioso esperando o que viria. No dia, tomei um banho de água fria. A empresa apresentou uma série de mudanças no seu produto e também, nessas palavras praticamente exatas, “uma nova mão de tinta” na sua marca (a frase em inglês era “a fresh coat of paint“, e eu me recusei a escrever “demão de tinta”). De qualquer forma, eu me lembro de ter pensado “que forma mais tosca de se referir a algo tão importante quanto um rebranding!” 

No nosso caso, não estamos apenas anunciando uma nova mão de tinta. É muito mais do que isso.

“… a missão da Qulture pula aos nossos olhos. É impossível não vê-la, não percebê-la: o impacto que temos na cultura, gestão e nas pessoas de organizações dos mais variados tamanhos e setores.”

Ainda que tenha entregáveis majoritariamente visuais (logotipos, cores, ilustrações, etc.), o processo de pensar a marca de uma organização é um grande esforço de reflexão sobre quem é a organização, o que ela quer ter de impacto no mundo, o que ela valoriza, o que ela não tolera, etc. Missão, visão, valores, estratégia, são todos elementos a serem questionados e validados no processo. Para a Qulture, essas coisas já estavam muito bem sedimentadas nas nossas cabeças e corações, mas no processo aprendemos algumas coisas novas e percebemos que ainda que gostássemos da nossa marca, ela não estava fazendo jus a uma missão tão ambiciosa como a nossa.

Nosso insight e nossa missão

Uma vez li uma dica de Jim Collins, guru de gestão e autor de Feitas para Durar, entre outros livros incríveis, que a missão de uma organização floresce de um exercício de pensar que falta essa organização faria no mundo se deixasse de existir.

Quando pensamos dessa maneira, a missão da Qulture pula aos nossos olhos. É impossível não vê-la, não percebê-la: o impacto que temos na cultura, gestão e nas pessoas de organizações dos mais variados tamanhos e setores.

Esse impacto fica claro para a gente de duas formas: de um lado, porque falamos com nossos clientes com muita frequência – ousaria dizer que somos obcecados por nossos clientes – e eles nos contam sobre como mudamos suas organizações. E, de outro lado, “ouvimos” isso de nós mesmos: Todos nós, Q.Players (como chamamos nossos colaboradores) somos clientes da Qulture.Rocks. Somos usuários diários dos nossos produtos, serviços e conteúdos, e vemos em primeira mão o quão transformacional é receber um feedback que nos ensina algo, um elogio sobre uma contribuição bem feita, e assim por diante.

E apesar de termos tanta clareza sobre nossa missão, esse processo todo de repensar nossa marca trouxe pra gente um insight novo. Um aprendizado sobre nós mesmos.

O que ficou mais claro nos últimos meses é que por trás desse impacto que temos nas organizações está nossa paixão por ajudar essas organizações a atingirem suas missões, pois são organizações como as que atendemos que mudam o mundo, e fazem a humanidade andar para a frente. Nós percebemos que, em última instância, a missão da Qulture.Rocks é indiretamente a missão dos nossos clientes e das nossas clientes, organizações como Fundação Estudar, Nubank, Cornershop, Gerando Falcões, Bossabox, e tantas outras das mais inovadoras e impactantes do mundo.

“Todos nós, Q.Players somos clientes da Qulture.Rocks. Somos usuários diários dos nossos produtos, serviços e conteúdos, e vemos em primeira mão o quão transformacional.”

Se ajudarmos as pessoas a destravarem seu crescimento pessoal e profissional ajudaremos times a trabalharem melhor juntos. Se ajudarmos times a trabalharem melhor juntos, vamos ajudar organizações a viverem seus valores e cumprirem suas missões. E se ajudarmos organizações a cumprirem suas missões, estaremos ajudando a humanidade a evoluir e resolver seus desafios, que não são poucos.

Agora acho que fica bem claro pra você porque posso afirmar que mais do que “uma nova mão de tinta”, estamos apresentando hoje um trabalho que representa uma enorme renovação de votos da Qulture.Rocks com a nossa missão na sociedade.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre tudo o que refletimos, vamos ao novo visual da Qulture.

Nosso Manifesto

O Manifesto Qulture.Rocks resume tudo o que somos e representamos: nossa paixão por times, por conquistas, por crescimento, e por gente. Você pode saber mais sobre o processo por trás da criação do nosso manifesto aqui, ou assistí-lo abaixo:

Nosso novo visual

Terminada a etapa de “reflexão” e renovação de votos, começamos a trabalhar no visual da nossa nova marca.

“… nossa marca tinha que ser muito bem executada. Uma marca de nível mundial, que não fizesse feio em nenhum livro gringo de branding. Nada menos do que uma marca incrível para uma missão tão nobre.”

Quando colocamos tudo isso que falamos lado-a-lado com a nossa marca antiga, ficou evidente pra gente o tamanho do trabalho que teríamos adiante. Ficou claro pra gente que nossa marca tinha que representar muito bem – e com muita qualidade – a nossa missão. E que estávamos muito longe desse ideal.

Por isso, partimos de dois princípios que deveriam nortear nosso trabalho e que ajudariam nossos clientes e users a entender o quão diferente é a nossa forma de ver o mundo: 

  1. Em primeiro lugar, nossa marca tinha que ser muito bem executada. Uma marca de nível mundial, que não fizesse feio em nenhum livro gringo de branding. Nada menos do que uma marca incrível para uma missão tão nobre. Nada menos do que uma marca incrível para uma empresa que se propõe a mudar a forma com que as pessoas trabalham no mundo. Isso se traduziria em um trabalho autoral, sem copy+paste de marcas estrangeiras e sem peças baratas compradas on-line.
  2. Em segundo lugar, nossa marca tinha que falar sobre crescimento e sobre times. Tinha que mostrar o quão glorioso e muitas vezes difícil é crescer. E deixar claro que times movem o mundo. Queríamos romper com o que se faz por aí: ilustrar cultura e gestão de desempenho com tons pastéis, fotos de gente sorrindo e mensagens que remetem a um ambiente de trabalho chato e monótono.

E o resultado acho que fala por si só. 

Tentamos trazer gente boa trabalhando junta. Suando. Se esforçando. Muitas vezes sofrendo, sim, mas crescendo e sabendo que estão tendo impacto. Comemorando e vivendo a glória que é alcançar resultados e mudar o mundo.

Esperamos que ao ter contato com a Qulture.Rocks nossos clientes se reconheçam em suas jornadas. E que se sintam mais inspirados a crescer. A aprender, a se esforçar, a ir além, a irem adiante em direção às suas missões.

Nosso novo logo

Refletimos muito sobre essa história do crescimento e do potencial. Como a Qulture de fato ajuda? Ela faz as pessoas crescerem até atingirem seu potencial? Será o potencial de alguém (ou de um time, ou de uma organização) um alvo fixo, um limite superior do que se pode conquistar?

Não pra gente. Preferimos pensar com um mindset de crescimento. Pensar que a gente pode aumentar nosso potencial se continuar buscando melhorar de forma consciente e contínua. Por isso, não ajudamos apenas pessoas e times a alcançarem algo: ajudamos elas a redefinir o que é possível. A destravar o crescimento. A destravar os potenciais.

Nosso novo logo representa justamente isso.

Você pode perceber que as quatro linhas que envolvem o nome “Qulture.Rocks” estão rompidas. É o rompimento que acontece quando a gente fica maior do que era. Quando a gente cresce.

E esse projeto que chegou ao seu ápice hoje representa justamente isso: a Qulture cresceu, destravou seu potencial, e está cada dia mais cumprindo a sua missão.

E a mãozinha?

Você pode imaginar que também somos fãs da mãozinha. Ela simboliza o “rocks” do nosso nome, e a nossa crença de que culturas incríveis, ou cultures that rock, são uma parte importantíssima nesse processo de destravar o crescimento dos times. 

Por isso, a mãozinha sai do nosso símbolo principal que vai ficar um pouco mais crescidinho, mas não some de jeito nenhum. Ela passa a ter um estilo mais coerente com o novo símbolo, que remete ao digital e ao novo, mas segue firme em nossos materiais.

Nossas novas cores

Depois de tudo o que a gente já falou, não daria pra gente usar tons pastéis na nossa marca. Por isso o pessoal da Rebu sugeriu, e eu confesso que foi paixão à primeira vista com um toque de insegurança (claro) o que chamamos de Roxo Qulture: uma cor única, destacada e mais do que isso apaixonada como os times que mudam o mundo.

“Nada menos do que uma marca incrível para uma missão tão nobre. Nada menos do que uma marca incrível para uma empresa que se propõe a mudar a forma com que as pessoas trabalham no mundo.”

O Roxo Qulture também é único: nós não conseguimos pensar em nenhuma marca baseada nele. E na vizinhança estamos em boa companhia: alguns tons “acima”, está o Nubank, mudando o mundo financeiro com sua simplicidade.

Nossas novas fontes

Estamos adotando uma nova fonte como nossa fonte oficial: a Space Grotesk. As fontes grotesques geralmente têm personalidade forte e um visual mais marcado. Como sou grande fã de fontes e acredito muito no protagonismo de fontes em qualquer marca, queria caprichar nessa escolha. E acho que chegamos lá.

A Space Grotesk tem a vantagem de ser uma fonte pronta para a web e nativamente presente em sistemas baseados na nuvem como Google Slides/Docs/Sheets. Além disso, o seu nome remete ao espaço, que achamos um dos melhores exemplos que se pode usar de como a humanidade como espécie pode crescer e conquistar o que até pouco tempo atrás possa parecer impossível.

No nosso logo, usamos uma versão da Space Grotesk um pouco diferente, que chamamos de Teams Grotesk, com detalhes que a fazem mais legível e mais gostosa nos olhos.

O que vem pela frente?

Lançamos nosso novo manifesto, site, blog, tela de login e mudamos a nossa cara em nossas redes sociais hoje. Esse é só o começo.

Temos muito muito trabalho pela frente.

Nossa missão de destravar o potencial do seu time é uma das mais difíceis que existe e vai tomar ainda muitos e muitos anos de toda a nossa dedicação como criadores de produtos digitais, conteúdos e serviços. Como costumo dizer para nossos Q.Players e nossas Q.Players, o melhor para eles, elas, mas também, e mais importante, para nossos clientes, sem dúvida ainda está por vir.