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Trabalho híbrido é uma tendência que veio para ficar? Pesquisas indicam que sim!

Renan Araújo

trabalho hibrido

Com o avanço da vacinação e os números da pandemia em queda, os escritórios voltaram a ficar cheios. Muitas pessoas que residem na cidade onde se localiza o seu espaço físico de trabalho têm matado as saudades de estar junto aos colegas e de ter essa rotina alguns dias da semana.

Mas será esse o desejo de grande parte dos profissionais? E organizações que, ao crescerem durante a pandemia, contrataram colaboradores(as) de outras regiões?

Trouxemos algumas pesquisas interessantes sobre o assunto. Confira!

Trabalho remoto na pandemia

Foram dois anos convivendo com a pandemia. Apesar de o início ter trazido algumas incertezas, tanto econômicas quanto de rotina, grande parte das organizações acabaram se adaptando bem ao trabalho remoto — e foram muitas as empresas que precisaram transformar o dia a dia de suas equipes.

De acordo com um estudo da Korn Ferry, empresa de consultoria global de carreira, 85% das empresas adotaram totalmente o home office. Esse levantamento foi feito com 170 nomes em novembro de 2021.

Fernando Guimarães, diretor da Korn Ferry em entrevista para a InfoMoney, afirmou que houve mudanças quanto ao home office nesse tempo: enquanto em 2020 foi de trabalho remoto forçado, em 2021 foi devido às instabilidades da pandemia — mesmo com a vacina, os números no início do ano passado eram muito altos. No pós-pandemia, o trabalho híbrido é o que as empresas mais querem.

Trabalho híbrido

Um estudo realizado pela Vagas.Com, intitulado “Preferências do local de trabalho”, realizado entre 29 de outubro e 7 de novembro de 2021, demonstrou que as pessoas preferem o trabalho híbrido. De acordo com o levantamento, 40% optam por esse modelo, enquanto 32% pelo presencial e 26% pelo remoto.

Entre as principais razões apontadas pela preferência ao trabalho híbrido, a pesquisa demonstrou que:

  • manutenção do relacionamento presencial com as outras pessoas colaboradoras — 31%;
  • flexibilidade para ajustar com outras atividades do cotidiano — 16,8%;
  • evitar locomoção — 14%;
  • ter mais tempo para outras demandas pessoais — 8,8%;
  • maior foco e concentração — 7%;
  • possibilidade de cuidar dos filhos e familiares em alguns dias — 5,5%.

E um outro estudo, realizado pela Great Place to Work denominado “Tendências de Gestão de Pessoas” reforçou que esse modelo veio para ficar: dos respondentes, 66% afirmaram que o modelo será o principal a ser adotado em 2022.

E a sua empresa, como ficará em 2022? Já tem planejamento para 2023? Conta pra gente!