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Case CPI | Tegus: entenda como foi a parceria com a Qulture.Rocks

Renan Araújo

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A  CPI | Tegus — pioneira na produção de fitas de borda no país — , foi fundada no ano de 1979 na cidade de Cruzeiro, localizada no principal eixo viário do país.

Hoje, conta com mais de 40 anos de experiência no mercado — o que não é suficiente para que a empresa se acomode, uma vez que busca constantemente aperfeiçoar o portfólio de produtos que atendam às necessidades da indústria moveleira.

Além disso, há a preocupação por parte do time em produzir padrões de acordo com as especificidades dos clientes, para que o móvel tenha um acabamento harmônico e que atenda às expectativas de quem busca pelos produtos.

Há mais de 15 anos, houve o início da internacionalização da empresa, que já exporta seus produtos para diversos países dos 4 continentes — inclusive a China!

Valores da empresa

Antes de entrarmos na parceria com a Qulture.Rocks, é importante retomarmos nos principais valores da empresa:

  • time feliz em alta performance — colaboradores podem ser quem eles realmente são, além de haver definição de metas com entusiasmo e reconhecer as conquistas de colegas;
  • organização que aprende — profissionais têm gosto e curiosidade para aprender coisas novas;
  • simplicidade com eficácia — há o “mindset” de  fazer mais com menos;
  • acordos são sagrados — e representam o compromisso da equipe de fazer do jeito certo;
  • alicerce na técnica — a empresa preserva o conhecimento técnico e busca profundidade para alicerçar o conhecimento prático.
  • segurança de corpo e alma: tanto segurança física quanto psicológica são colocados em foco

Parceria com a Qulture.Rocks

Em 2018, Lívia Zappa, Diretora de DHO, teve o primeiro contato com a Qulture.Rocks e foi paixão à primeira vista. A empresa já realizava alguns processos de gestão de desempenho — prática de feedbacks, 9-Box, entre outros. Porém, tudo era feito de forma manual, o que dificultava a execução dos processos.

No último ano, devido ao seu nicho de mercado, houve um crescimento significativo da cpi | Tegus — passou de 200 para 360 profissionais. “Esse foi o momento que identificamos como essencial para contar com a Qulture. Foi quando dissemos: só vamos conseguir implementar a cultura que queremos por meio dessa plataforma”.

Com a contratação, a implementação foi feita de forma escalonada. O primeiro módulo a ser incluído na rotina da organização foi o de feedbacks — considerado essencial pela equipe. Logo em seguida, implementou a solução de 9-Box: “executávamos o 9-Box há mais de 5 anos, mas de forma manual — o que gerou muita ansiedade para começarmos a utilizar a ferramenta”, afirma.

Depois, implementou a de PDIs e de OKRs — cujo trabalho também já era feito na empresa em planilhas e ppts.

Resultados

A seguir, selecionamos alguns resultados da CPI | Tegus com a plataforma.

Cultura de feedback

A equipe se impressionou com a quantidade de feedbacks instantâneos enviados pelo time. Inicialmente, a meta era de 130 envios. Porém, antes mesmo do fechamento do ciclo, o número já chega a 180, o que mostra a adesão da empresa com a ferramenta e com a prática.

Também houve a evolução do processo de feedback anterior, que se transformou no   “Papo Aberto”: um momento em que aquilo que está indo bem é celebrado e o que precisa ser desenvolvido é elencado, além de sair desse momento com possíveis ações de desenvolvimento — tanto lideranças quanto a própria pessoa pode iniciar um Papo Aberto a qualquer momento do ano. 

“A ferramenta da Qulture trouxe a possibilidade de viabilizar nossas ideias de forma efetiva e produtiva. Antes, tudo era feito em planilha e em Excel, o que gerava retrabalhos. Agora, há uma concentração das demandas na solução — e o nosso maior sucesso foi garantir implementar essa cultura”.

9-Box

Assim como a cultura de feedback pôde ser viabilizada por meio da ferramenta, a ferramenta também otimizou o trabalho da equipe quando o assunto foi o 9-Box: “de todo o time, tivemos apenas elogios pela eficiência que trouxe para o nosso trabalho”, destaca.

A estrutura da CPI | Tegus

Confira como é a estrutura da empresa relacionada à gestão de desempenho:

  • Semestralmente , é feito o 9-Box, onde há uma análise dos profissionais da empresa — quando a gente tem insumos para readequação salarial, promoções, além de focar nos feedbacks de melhorias daqueles que têm pontos para se desenvolver;
  • Feedbacks e papos abertos — ocorrem a qualquer momento;
  • PDIs — podem ser feitos depois da 9-Box ou de um feedback “papo aberto”;
  • OKRs — os ciclos adotados pela empresa são quadrimestrais.

Principais aprendizados

De acordo com Lívia, “o principal aprendizado é de que nenhuma ferramenta andará sozinha — é preciso que a empresa compre essa ideia e se transforme como parte da cultura”. Além disso, Lívia destaca que a ferramenta não pode ser enxergada como uma alternativa que vai resolver os problemas de uma cultura, mas sim como um meio que garantirá melhores resultados.

Vender a ideia da Qulture.Rocks

Apesar do treinamento inicial da ferramenta e das boas práticas, Lívia identificou a necessidade de realizar constantes movimentações para que a equipe se engajasse com a ferramenta e com a cultura — o que contribuiu para que essa comunicação fosse mais alinhada.

Outro ponto a destacar é que as próprias pessoas que foram participando dos Papos Abertos se tornaram disseminadoras da ferramenta. Bruna Biazzi, Analista de DHO, conta que se emociona ao ler a última pergunta do questionário “Como você está se sentindo ao terminar essa conversa?”. As pessoas saem muito felizes, adoram passar pelo processo! Lívia complementa: “é a confirmação de que estamos conseguindo a cultura que sempre desejamos” 

E então, o que achou de conhecer um pouco mais sobre a história da Tegus e como ela implementou a ferramenta da Qulture.Rocks? Se desejar obter resultados como esse, entre em contato com a gente e converse com nossa equipe!