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Conheça os principais tipos de feedback

Renan Araújo

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Por meio da prática contínua de feedbacks em uma empresa, pessoas podem contribuir para que as outras se desenvolvam a partir de suas próprias percepções — negativas ou positivas. Entre os ganhos dessa prática, destaca-se principalmente o desenvolvimento da empresa: quanto mais feedbacks são trocados entre os profissionais, melhores serão os resultados individuais. Consequentemente, melhores serão os resultados da organização.

No dia a dia, existem diferentes tipos de feedbacks que podem ser aplicados na equipe. Pensando nisso, elaboramos este conteúdo para que você entenda alguns dos diferenciais dessa estratégia, bem como conheça alguns dos modelos que podem ser aplicados em sua equipe. Continue a leitura e saiba mais!

Quais os diferenciais de contar com a cultura de feedbacks?

Primeiro, vamos entender um pouco mais sobre os diferenciais de contar com a prática de feedbacks. Veja!

Orienta as pessoas sobre o melhor caminho a seguir

Seja qual for o projeto ou a OKR da pessoa, feedbacks contribuirão para que ela seja orientada sobre o melhor caminho a seguir. Por meio da percepção de lideranças ou de colegas, os profissionais têm a oportunidade de “alterarem a rota” e estarem mais alinhados com a estratégia da empresa, reduzindo os gaps existentes.

Mais desenvolvimento às pessoas envolvidas

Quanto mais feedbacks a pessoa receber, maior será o seu desenvolvimento. Consequentemente, mais rápido terá a oportunidade de acumular habilidades e competências. Nessa mesma linha de raciocínio, quanto mais habilidades e competências colaboradores acumulam, mais preparados estarão para enfrentar novos desafios, tanto em suas vidas pessoais quanto em suas carreiras.

Quais os principais componentes de um bom feedback?

A seguir, explicamos um pouco mais sobre os componentes de um bom feedback. Confira:

  • autêntico — profissionais devem acreditar no feedback que estão dando, levando sempre em consideração que trará um impacto positivo para a pessoa, para a equipe e para a empresa;
  • bem intencionado — a intenção do feedback deve ser sempre voltada para trazer um impacto positivo a outra pessoa;
  • impessoal (na medida certa) — feedbacks devem ter como foco comportamentos, não pessoas;
  • no fórum certo — o ideal é que elogios sejam públicos, enquanto feedbacks construtivos e de melhorias devem ser feitos em particular;
  • personalizado — adapte a entrega do feedback de acordo com o estilo da pessoa que o receberá. Pessoas emocionalmente sensíveis, por exemplo, precisam de um cuidado especial para feedbacks de melhorias;
  • direto ao ponto — é preciso deixar claro qual é a sua mensagem e levar sempre em consideração os sentimentos pelo colega (mensagens mais obtusas podem trazer confusão para o receptor).

Quais são os principais tipos de feedbacks?

Agora que você já sabe o que é e quais são os componentes de um bom feedback, chegou o momento de entendermos quais são os principais tipos de feedbacks. Veja!

Feedback livre

O feedback livre é o mais simples e flexível de todos: pode tratar de qualquer assunto, ser relacionado a temas em que o funcionário “pode melhorar” ou está “mandando bem”, ser relacionado a algum evento em projeto que alguém se destacou em suas funções etc.

Além de simples, o feedback livre é muito indicado para ocasiões espontâneas, oferecidos imediatamente após algum evento (comportamento e performance, por exemplo) e indicado para as empresas onde o feedback será trocado com alta frequência.

Modelo Parar-Começar-Continuar

O Parar-Começar-Continuar já é um feedback mais estruturado. Na Netflix, gigante global que dispensa apresentações, as avaliações de desempenho consistem em uma troca de feedforwards Começar/Parar/Continuar, justamente pela efetividade que traz para as equipes.

Nesse framework, como o próprio nome já diz, devem ser tratados:

  • começar — o que a pessoa que recebe esse tipo de feedback deve considerar começar a fazer em seu comportamento. Ou seja, trata-se de omissões dessa pessoa: coisas que não está fazendo mas que seriam úteis para a estratégia, para os resultados e para o seu desenvolvimento;
  • parar — aqui devem ser abordados pontos que o receptor deve considerar parar de fazer em seu comportamento. Ou seja, todas aquelas ações que não são produtivas, não são construtivas ou não condizem com a cultura da empresa;
  • continuar — existem determinadas estratégias adotadas nos projetos que trazem ganhos para todas as partes. Aqui, devem ser frisados esses pontos, de modo que o receptor entenda o que deve ser mantido.

Esse tipo de feedback pode ser utilizado em diferentes situações. Exemplo:

  • quando as pessoas do time não têm muita experiência com a prática de feedbacks, uma vez que esse modelo orienta melhor sobre como deve ser esse retorno;
  • quando os feedbacks são trocados na empresa com baixa frequência (uma vez a cada trimestre, por exemplo).

Por que contar com o apoio de uma plataforma para os feedbacks?

Independentemente de qual seja o tipo de feedback adotado, contar com uma plataforma de gestão de desempenho contribuirá significativamente para implementar essa cultura na empresa. Por meio dela, a equipe tem a oportunidade de:

  • todos os colaboradores têm a oportunidade de dar e receber feedbacks em um canal próprio para isso, estimulando a prática;
  • reforçar os valores da empresa — profissionais têm ainda a opção de selecionar qual valor da empresa é praticado, contribuindo para que os princípios da cultura sejam reforçados a cada feedback;
  • contar com ajuda de templates prontos — especialmente para empresas que estão iniciando com essa cultura, a plataforma oferece estruturas pré-definidas com o objetivo de auxiliar nessa tarefa;
  • integração com outras ferramentas —  inclusive, há plataformas (como a Qulture.Rocks), que contam com integrações com outras ferramentas, como o Slack. Com apenas um atalho, as pessoas podem trazer suas percepções, sem a necessidade de entrar diretamente no produto.

Neste conteúdo, você pôde entender alguns diferentes tipos de feedbacks e suas particularidades. Antes de mais nada, devemos destacar que não existe um modelo certo e nem exclusivo. Ou seja, ambos podem ser aplicados no dia a dia de sua empresa. O ideal é entender qual é a sua realidade e optar por aquele que melhor se encaixa com o perfil da equipe.

Se deseja conferir um pouco mais sobre como uma plataforma auxiliará nesse sentido, entre em contato com a gente, converse com nossos profissionais e tire suas dúvidas!